Isso não é exceção. É a norma. A taxa média de abandono de carrinho é de 70,19% em 2025, o que significa que sete em cada dez carrinhos são abandonados antes da conclusão da transação.

Você está olhando o seu dashboard de ecommerce e percebe algo preocupante: de cada 10 clientes que chegam ao carrinho, apenas 3 finalizam a compra. Os outros 7 desaparecem sem deixar rastros.
Isso não é exceção. É a norma. A taxa média de abandono de carrinho é de 70,19% em 2025, o que significa que sete em cada dez carrinhos são abandonados antes da conclusão da transação. Na América Latina, o número é ainda pior: 75% de abandono, ligeiramente acima da média global.
O mais importante é entender onde e por que esse abandono acontece. E a resposta é clara: metade dos abandonos ocorre especificamente no checkout, exatamente no momento em que o cliente precisa escolher como pagar. Esta é a fase mais crítica do seu funil de vendas — e é onde o seu negócio está perdendo dinheiro em grande escala.
A boa notícia: a maioria desses abandonos não é inevitável. Eles são causados por fricção evitável no processo de pagamento — fricção que você pode eliminar ao desenhar cuidadosamente suas opções de pagamento.
Antes de aprofundar em como resolver isso, você precisa entender a dimensão do problema financeiro.
Globalmente, os negócios perdem aproximadamente US$ 2,96 trilhões por ano em mercadorias potenciais devido ao abandono de carrinho. Desse total, estima-se que US$ 192,4 bilhões são efetivamente recuperáveis por meio de otimizações inteligentes de checkout e estratégias de recuperação.
Em outras palavras: há quase US$ 200 bilhões sendo deixados na mesa simplesmente porque os negócios não otimizam adequadamente seus checkouts.
Para contextualizar no seu negócio: se você gera US$ 1 milhão em vendas anuais, o abandono de carrinho representa aproximadamente US$ 2,3 milhões em valor de pedidos que nunca foram concluídos. Desse montante, cerca de US$ 1,6 milhão poderia ser recuperado com otimizações no checkout.
Mesmo pequenas melhorias fazem diferença. Um aumento de 5 pontos percentuais na sua taxa de conversão (por exemplo, reduzir o abandono de 75% para 70%) se traduz em dezenas de milhares de dólares em receita adicional anual.
Muitos abandonos acontecem porque o cliente vê o preço em USD e não sabe quanto o banco irá cobrar. Ao usar o OneKey para mostrar preços em moeda local (BRL/MXN) com taxa de câmbio garantida, você elimina essa incerteza.
As opções de pagamento não são um fator secundário — são o fator. Os números falam por si:
A diferença é de 13 pontos percentuais. Para um negócio com US$ 1 milhão em vendas anuais, isso representa aproximadamente US$ 180.000 em receita adicional diretamente atribuível ao fato de oferecer múltiplas opções de pagamento.
Além disso, 24% dos clientes perdem confiança e lealdade quando não conseguem usar seu método de pagamento preferido. Esse é um dado alarmante que sugere que os clientes não apenas abandonam a transação — eles podem abandonar a marca completamente.
Se o seu negócio opera apenas na Europa ou na América do Norte, talvez você consiga funcionar com cartões internacionais + Apple Pay + Google Pay. Mas na América Latina, a realidade é diferente.
Cada país tem seus próprios sistemas de pagamento preferidos, e os clientes esperam que estejam disponíveis:
Se você oferece uma loja online no Brasil, mas aceita apenas cartões internacionais, está dizendo aos seus clientes: “Seu método de pagamento local não é bem-vindo aqui.” A maioria irá abandonar o carrinho.
A frustração é ainda maior quando consideramos que o Pix no Brasil já atingiu um ponto em que 76% dos consumidores o consideram seu principal método de pagamento. Se você não tem Pix, você não tem acesso a esses 76% do mercado. Ponto.
Os dados mostram uma correlação clara:
Cada opção adicional representa um cliente que, de outra forma, abandonaria o carrinho.

É aqui que muitos empreendedores ficam travados. Tecnicamente, sabem que precisam oferecer Pix no Brasil, SPEI no México, PSE na Colômbia, além de cartões internacionais e carteiras digitais. Mas cada um exige uma integração separada.
Uma integração com Pix, outra com SPEI, outra com processadores de cartão, outra com Apple Pay, outra com Google Pay. Rapidamente você tem mais de 10 integrações completamente separadas, cada uma com:
A complexidade operacional se torna insustentável. Como você testa se o Pix funciona em um iPhone com iOS 17.3? Como garante que o SPEI não interfere no processamento de cartões internacionais? Quanto tempo sua equipe gasta mantendo integrações em vez de melhorar o produto?
Muitos empreendedores acabam cedendo a essa complexidade e oferecem apenas cartões internacionais “por simplicidade”.
Mas existe uma maneira melhor.
Em vez de manter mais de 10 integrações separadas, você precisa de uma plataforma de orquestração de pagamentos unificada — uma única API que conecta você a Pix, SPEI, PSE, cartões internacionais, carteiras digitais, BNPL e mais.
Com uma solução unificada:
O resultado: você pode oferecer todas as opções de pagamento que seus clientes esperam, sem a complexidade operacional.
Imagine seu fluxo atual de checkout:
Antes (fragmentado):
“Cartão de crédito?”
Nada mais.
O cliente pensa: “Não tenho cartão internacional / não confio em inserir meus dados aqui.”
Abandona.
Depois (unificado):
Pix (Brasil) | SPEI (México) | Apple Pay | Google Pay | Cartão de crédito | BNPL
Quase todos encontram uma opção confortável.
Resultado: conversão.
Não é mágica. É simplesmente respeitar as preferências do cliente.

Suponha que sua loja atualmente tenha uma taxa de conversão de 2%. Isso significa que, de 1.000 visitantes, 20 completam uma compra.
Com Pix + SPEI + carteiras digitais + seus métodos atuais, você poderia plausivelmente aumentar sua taxa para 2,5–2,7%.
Agora, de 1.000 visitantes, 25–27 completam compras em vez de 20.
Se seu ticket médio (AOV) for de US$ 100, isso representa US$ 500–700 adicionais por cada 1.000 visitantes.
Para um site com 100.000 visitantes mensais, isso equivale a US$ 50.000–70.000 extras por mês. Anualmente: US$ 600.000–840.000.
O investimento para consolidar suas opções de pagamento em uma plataforma unificada? Normalmente entre US$ 5.000–15.000 de setup mais custos mensais. Se paga no primeiro mês.
As opções de pagamento são críticas — mas não são tudo. Um checkout realmente otimizado também exige:
Transparência de preços:
Mostrar todos os custos (impostos, envio, taxas) antes da etapa final.
Formulários mínimos:
Solicite apenas as informações essenciais.
Checkout como convidado:
Permita compras sem criar conta.
Preenchimento automático e padrões inteligentes:
Use geolocalização e autofill do navegador.
Validação em tempo real:
Dê feedback imediato de erros.
Design mobile-first:
Com abandono mobile em 75–85%, isso é obrigatório.
Para negócios na América Latina, o desafio não é apenas aceitar pagamentos — é aceitar os métodos corretos sem adicionar complexidade técnica.
O OneKey Payments funciona como uma camada de orquestração que centraliza múltiplos métodos em uma única integração.
Uma API unificada que integra:
Operacionalmente, isso elimina a fragmentação:
Também inclui tokenização de pagamentos (one-click buy), reduzindo drasticamente a fricção em compras recorrentes.
Se sua taxa de abandono está entre 70–75%, há muito dinheiro sendo perdido.
Você pode:
70% de abandono não é uma lei da natureza. É um sintoma de desalinhamento entre o que os clientes querem e o que os negócios oferecem.
Quando você alinha suas opções de pagamento com as preferências locais, simplifica o checkout e reduz a fricção, o abandono não desaparece — mas cai drasticamente.
De 75% para 65%, ou até 60%. Isso representa dezenas ou centenas de milhares em receita adicional.
O campo de batalha do ecommerce em 2026 não é quem tem o melhor produto — é quem melhor respeita as preferências do cliente no checkout.
Para negócios sérios na América Latina, otimizar pagamentos não é opcional. É a alavanca mais poderosa de crescimento.








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